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sexta-feira, 16 de março de 2012

SEJA REVOLUCIONÁRIO E DESAFIE AS REGRAS


Seja revolucionário e desafie as regras! 
 “Todo ato de criação é, antes de tudo, um ato de destruição.” Picasso 
Se construir padrões fosse a única coisa necessária para criar novas idéias, todos nós seríamos gênios criadores. 
O pensamento criativo não é só construtivo, – é destrutivo também. Como já foi dito por mim em outras ocasiões, o pensamento criativo inclui brincar com o que se sabe – e isso pode significar o rompimento de um padrão para a criação de um outro, mais novo. 
Portanto, uma estratégia eficaz do pensamento criativo consiste em ser revolucionário e desafiar as normas. Quer um bom exemplo? No inverno de 333 a.C., o general macedônio Alexandre e seu exército chegam à cidade asiática de Górdio para se aquartelarem. Durante sua estada, Alexandre ouve falar da lenda sobre o famoso nó da cidade, o “nó górdio“. Uma profecia diz que aquele que desatasse o nó, estranhamente complicado, se tornaria rei da Ásia. 
Esta história intriga Alexandre, que pede para ser levado até onde estava o nó, pois queria desatá-lo. Ele o estuda por alguns instantes, mas, após infrutíferas tentativas de achar a ponta da corda, não vê saída. “Como poderei desatar o nó?”, pergunta. Então, ele tem uma ideia: “Basta estabelecer minhas próprias regras sobre como desatar nós”.
 Ato contínuo, Alexandre puxa a espada e corta o nó ao meio. A Ásia lhe estava destinada. Copérnico quebrou a regra de que a Terra se encontra no centro do Universo. 
Napoleão rompeu as normas sobre a forma adequada de se fazer uma campanha militar.
 Beethoven desobedeceu as leis que indicavam como uma sinfonia devia ser composta. 
Picasso rompeu a regra de que um selim serve para a pessoa se sentar enquanto pedala, andando de bicicleta. 
Pense: quase todos os avanços na arte, na ciência, na tecnologia, nos negócios, em marketing, na culinária, na medicina, na agricultura e no desenho industrial aconteceram quando alguém questionou as normas e tentou uma outra abordagem. 
Em: Um “Toc” na cuca, por Roger Von Oech. 
* * * Porque se você não arrisca nada, o risco é ainda maior. Se você não tenta ir além, se não busca inovar, melhorar, implementar o novo, o que o difere de uma máquina, automatizada, sem ideias, sem pensamentos criativos?
 Portanto pergunto: 
E você – você mesmo!, ficará acomodado e apenas dirá, “Ah, Cirilo, as coisas por aqui sempre funcionaram dessa maneira…“?! Enter Sandman – Metallica 
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Sempre há uma saída.

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