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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Momento Manguaça Cultural - Você sabia?

 Você sabia?
Momento Manguaça Cultural
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.

Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.

Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
 
O que fazer agora?
 
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
 
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.

Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
 
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
 
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
 
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
 
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
 
(História contada no Museu do Homem do Nordeste).
Não basta beber, tem que conhecer!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

MINEIRIM - PIADA -KKKKKKKKKKKKK


Eram dois sujeitos amigos há muito tempo que trabalhavam num hangar num areporto qualquer lá pros lados de BH.
 Todas as tardes, antes de fecharem o expediente, os dois amigos tomavam uma pinguinha que ora um levava, ora outro.
 E assim iam revezando, mas, caprichando para nunca chegar a faltar a mardita.
Esse ritual era feito em todas as tardes daqueles quase 15 anos de labuta. 
Num certo dia, ao fechar o expediente, João pediu para José lhe dar um gole de pinga pois a dele havia acabado.
 Muito assustado, José disse que a pinga de ontem era dele e a de hoje seria do amigo.
 João retrucou e afirmou categoricamente que a pinga de ontem era dele e que hoje era a vez do amigo trazer.
 Papo vai, discussão vem, ambos ficaram quietos por alguns minutos, entistecidos e chateados até que José teve a brilhante idéia e disse ao João: 
 -jão!!! nós num tem gasolina de jato aqui? 
 -uai...temo...e daí???
 -ara, se faiz jato avuá deve se bão! vão isprimentá?
 -é memo cumpade!! assim nóis nun quembra o rituár...
vamo tomá só um golinho, zé.
 Abriram o galão, serviram uma dosinha pequenininha pra ver como era, apenas para manter o ritual de 15 anos. Beberam a gasolina...
 -uai jão!!! num é que é bão!!!! 
 -óia zé. é bão memo!! 
 -num falei, bota mais um tiquinho aí tá, segura o galão...
 E assim foi....
 -jão, e se dé ressaca e ela fô braba?? 
 -ah...amanhã é saldo, nóis num trabaia... e adispois, sendo bão assim num vai dá ressaca... já tomei coisa pió!.
 Os amigos foram para casa alegres e cambaleantes, orgulhosos de manterem o mesmo ritual de 15 anos.
 Chegaram em casa, tomaram um banho, jantaram, tudo nos conformes... João se deitou na cama, o José dormiu no sofá mesmo (como era de costume).
 Dia seguinte o João acorda com o telefone tocando insistentemente. Ao levantar-se para atender notou que não sentia nada de errado. Dor de cabeça, tontura, amargo na boca, enjoo, nada. Estava tudo normal.
 -eita diacho bão aquela gasolina. num deu nem ressaca!!!
 E foi atender ao telefone. Do outro lado o amigo José...
 -jão, cê tá bão homi???
 -ara, tô join e o cê?? 
 -cumpade, cê já peidô hoje??? E o João sem entender nada responde: 
 - inda não!!! pruque a prigunta, zé???
 -pruque eu levantei cedo, dei um peido e tô falando cocê de Curitiba!!!