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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Deus revela seu coração

Nós aprendemos a vontade de Deus ao passar tempo orando e lendo a Bíblia. A chave para conhecer o coração de Deus é ter um relacionamento pessoal com ele. Deus falará a você de formas diferentes do que falará a outros. O fato de Deus ter falado com Moisés através de uma chama no meio de um espinheiro não significa que você deve sentar perto de um arbusto e ficar esperando para ouvir a voz dele. Deus usou um peixe para falar com Jonas. Isso significa que deveríamos ter cultos de adoração no mar? Não! Deus revela seu coração de forma pessoal a cada pessoa. Seu relacionamento pessoal com Deus é essencial. Dedique-se a conhecer o coração dele.
 
“Pois a vontade do meu Pai é que todos os que veem o Filho e creem nele tenham a vida eterna; e no último dia eu os ressuscitarei.”
— Devocional de João 6:40 (Bíblia Sagrada, Entre Mulheres e Deus)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Um novo amor

Um novo amor
Oito conselhos que vão ajudar você a encontrar um novo amor

Dizem que para curar uma paixão antiga, devemos encontrar uma nova. Mas, e quando não estamos tão dispostos assim a substituir um amor antigo? Não existe nenhuma equação que indique a maneira adequada de se vivenciar o "luto" do fim de um relacionamento. O importante, contudo, é entender as próprias necessidades e ver se realmente você está pronto para viver um novo amor.

Existem pessoas que demoram cerca de uma semana para superar o fim de um relacionamento. Para outras, pode levar um mês, seis, um ano ou dez. De acordo com a psicóloga, sexóloga e terapeuta de casal Katia Valadares, "o tempo de superação depende de como a pessoa encarou o término. Fatores como a ajuda ou não de um terapeuta, do apoio ou não da família e dos amigos e até a retomada ou não de hobbies ou atividades que lhe dão prazer influenciam no tempo que a pessoa pode levar para superar o fim de uma relação".
Não tem como saber como a pessoa vai encarar o fim de uma relação e, muito menos, quando – e se – ela estará pronta para retomar a vida amorosa. Isso depende de cada um. "Geralmente, os homens tendem a superar o fim de uma relação mais rápido. Eles saem mais do que as mulheres após o fim da relação e acabam se envolvendo logo em outro relacionamento. Mas isso não é uma fórmula exata. A mulher pode superar mais rápido, ou o homem pode jamais se ver pronto para retomar a vida amorosa com outra. A pessoa deve reconhecer a vontade ou necessidade de buscar um novo amor dentro dela. Ela simplesmente sabe quando está pronta", diz Katia.
Em 1988, o educador e filósofo Paulo Freire, ao receber o título de doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), disse: "Tive a coragem de casar, de amar outra vez! Vivi momentos de culpa ao olhar uma rosa bonita! Amando essa outra mulher encontrei o mundo! Quem não é capaz de amar tem que se rever. Dedico esse título à memória de uma e à vida de outra!". Paulo achou por bem entregar seu coração a um novo amor após a morte de sua esposa, Elza. E o exemplo dele serve de inspiração para muitas possibilidades do que significa viver um novo amor.
Para Katia, o novo amor não precisa ser, necessariamente, outra pessoa, um novo relacionamento. "Quando você se separa, fica um buraco, uma brecha, uma perda, sensação de fracasso. Isso acaba deixando vulnerável, fragilizada. É normal sentir tristeza, especialmente após o fim de um relacionamento longo. É preciso viver esse tempo de luto antes de começar a preencher o buraco aberto pelo fim. A pessoa pode passar a amar a profissão, os novos convívios. Ela pode amar fazer uma nova faculdade, adotar um filho, escrever um livro, viajar. Apesar de todo mundo gostar de uma companhia, ela não precisa ser romântica. Um trabalho voluntário, por exemplo, abastece bem a parte afetiva", conclui.
Se você ainda não tem certeza de como se sente com relação à entregar-se a um novo amor, não deixe de ler os conselhos da Drª Pepper Scharwartz, professora de Sociologia da Universidade de Washington.
Sofrer faz partePara estar realmente disponível, você deve estar totalmente pronta para seguir em frente e dedicar-se à outra pessoa. Isso não significa que você não honre seu casamento de 30 anos, que terminou com a morte de seu cônjuge. A dor da perda é algo legítimo, mas se você ainda está sofrendo, significa que você ainda não está preparada para um novo amor.
Não guarde mágoasEm um relacionamento, a maioria das pessoas evita novos companheiros com muita bagagem. Esse é o indivíduo que ainda está carregando os acontecimentos e sentimentos desagradáveis de seus relacionamentos anteriores para o presente. Mágoas e ressentimentos - mesmo que justificados - irão afastar as possibilidades de conhecer um novo amor.
Não se entregue logo no inícioPessoas que contam sua vida inteira logo no primeiro ou segundo encontro correm o risco de sobrecarregar um possível relacionamento rápido demais. Vá com calma e deixe que o outro reconheça suas melhores qualidades. Haverá tempo de sobra para a troca de informações mais profundas, se houver interesse e atração entre o casal.
Saiba ouvirTodos nós gostamos de falar sobre nós mesmos e as coisas que mais nos interessam. Mas um erro muito comum é não deixar a outra pessoa se expressar também. A maneira mais certa de conhecer novas pessoas é levá-las a falar de si e realmente ouvir o que elas têm a dizer. Faça perguntas, deixe a pessoa confortável para falar sobre ela mesma. Você precisa aprender a dar e receber.
Fique bem consigo mesmaSe você está enferrujada para paquerar, é possível que você tenha relaxado em relação à sua aparência. Você pode precisar voltar a praticar exercícios, um corte novo de cabelo, ou refazer seu guarda-roupa. Isso não significa que você tenha que se vestir com os últimos lançamentos da moda ou que tenha que ter um corpo de modelo. Mas mostrando um pouco de cuidado com sua aparência, você irá refletir uma boa impressão no outro. Um amigo pode ser um bom conselheiro nessas horas.
Seja felizQuem está na faixa dos 50 anos está procurando alguém que ainda tenha energia, otimismo e calor humano. Se você está se sentindo infeliz, você não será capaz de retribuir nenhum desses aspectos. Se o seu humor anda em baixa, provavelmente deixará a outra pessoa para baixo também. Esteja pronto para um novo relacionamento com um sorriso no rosto e seja otimista.
Aceite os fracassosA busca por um novo amor nem sempre é fácil, ela vem acompanhada de altos e baixos. Claro, pode ser desanimador conhecer pessoas que nada têm a ver com você. Mas tente usar isso para aprender mais sobre os outros e sobre a vida. Um relacionamento não é um mar de rosas, ele pode ser até devastador se não for correspondido. Não desista, se você for persistente e entender que encontrar um novo amor leva tempo, você acabará encontrando alguém muito especial.
Não espere a pessoa perfeitaSe você tem uma enorme lista de exigências e critérios, será difícil encontrar alguém que seja bom o bastante para você. Mas se você tiver expectativas mais razoáveis e menos exigentes tudo será bem mais fácil. Seja razoável e realista, lembre-se de sempre pensar positivo. Se você quiser e estiver disposto a encontrar um novo amor, com certeza você vai conseguir.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A FÁBULA DO PORCO ESPINHO




A Fábula do Porco-espinho 

 Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
 Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.
 Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
 Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
 Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.
 MORAL DA HISTÓRIA
 O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e admirar suas qualidades

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

FIM DE RELACIONAMENTO



Acabou. E agora? O relacionamento acabou e é hora de recomeçar. Como superar a dor do fim e dar a volta por cima Foram anos juntos. Momentos felizes e tristes foram compartilhados, muitas lembranças ficaram. Mas acabou. Seja qual tenha sido o motivo do término, é hora levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. O fim é doloroso e recomeçar nunca é fácil, mas existem maneiras seguras de passar por esse momento sem amarguras e arrependimentos. E nunca se esqueça dos amigos, nessas horas, o apoio deles é fundamental. O fim de um relacionamento é difícil para ambas as partes: para a que desejava e para a que não desejava o fim. Na opinião da Psicóloga Clínica, Psicodramatista e Psicoterapeuta de crianças, adolescentes, casal e família Miriam Barros, “para quem desejou e provocou o fim da relação, o término pode ser difícil. Muitas vezes a pessoa terá que lidar com sentimentos de culpa ao perceber como a outra parte foi afetada. Mas é especialmente difícil para a pessoa que não desejava o fim da relação. Os sentimentos não somem de um dia para o outro. Suportar a ideia que você morreu dentro do outro, que ele não pensa mais em você e que você não fará mais parte da vida dele é muito duro para quem ainda gosta”. Como muitas pessoas sabem, o fim não é fácil para nenhuma das partes – bem como o recomeço –, uma relação prejudicial pode ser sustentada por muito tempo sem que nenhuma delas tome iniciativa e coloque um ponto final. “Terminar uma relação significa reconhecer que algo em que investimos tempo e sentimento não deu certo. O novo também assusta muito. O receio de ficar só, de não encontrar um bom parceiro ou parceira faz com que as pessoas arrastem uma relação complicada e infeliz durante anos. Supõe-se que, quanto mais tempo juntos, maior o vínculo, mais histórias viveram juntos, mais tempo e sentimentos foram investidos. E também entra a questão do simples hábito de estar com o outro”, pondera Miriam. Homens e mulheres lidam com o fim de maneiras distintas. Segundo a psicóloga, “os homens tentam ser mais racionais e começam a sair logo e procurar outra companhia com mais rapidez. Para eles é muito difícil sofrer por amor e eles tentam se livrar rapidamente desse sentimento. As mulheres, por sua vez, tendem a buscar a companhia das amigas e da família, demorando mais para desejar outra companhia. Acho que elas demonstram mais o que sentem e assumem o seu sofrimento mais do que os homens. Além disso, as mulheres são mais emocionais, se entregam mais e são mais românticas. Elas normalmente criam mais expectativas em relação aos namoros do que os homens e, com isso, tendem a se frustrar e sofrer”. Recomeçar não é fácil, mas se engana quem pensa que pessoas mais jovens têm, necessariamente, mais facilidade de lidar com essa situação. “Os jovens podem ter mais facilidade de recomeçar porque muitos fatores que envolvem a relação de homens e mulheres estão ligados à juventude, como a capacidade reprodutiva na mulher e a virilidade masculina. Por outro lado, a quantidade de pessoas que estão se divorciando na meia idade é tão grande que aumenta a probabilidade de pessoas maduras encontrarem novos parceiros e parceiras que estão na mesma situação. Além disso, a medicina tem avançado no sentido de contribuir para que elas tenham uma vida sexual ativa”, diz Miriam. O término faz sofrer, chorar e dói, mas o luto tem um tempo para terminar e nunca é bom passar sozinho por esse período. “O melhor a fazer nessa hora é buscar apoio em pessoas amigas e falar do assunto, tentar entender o que aconteceu e chorar até esgotar. Mas essa dor precisa ter tempo para terminar. É preciso se desligar emocionalmente do outro. Isso significa abandonar as velhas lembranças e ilusões da relação que acabou, enxergar a realidade e investir em novos projetos. Esses novos projetos ajudam a enriquecer a vida e dão um novo ânimo, ajudam a enxergar que a vida tem muitas coisas boas para oferecer. Os horizontes se ampliam quando se começa a investir em cursos, viagens, programas diferentes”, observa Miriam. E o contato com o ex? Miriam recomenda que se cortem relações, especialmente no começo. “No início, é muito difícil continuar sendo amiga de alguém que queremos de uma outra forma. Manter o contato só trará mais sofrimento e alimentará expectativas e esperanças falsas do lado de quem ainda quer a relação. Quando se tem filhos envolvidos, o ideal é manter um relacionamento cordial, dentro do possível para tratar de questões ligadas a eles. Mas o respeito a si mesmo e à própria dor devem nortear qualquer decisão de aproximação ou afastamento”, diz.

Guerra dos sexos



O que elas odeiam neles 
 Chegou a vez de elas dizerem quais as características masculinas que as fazem desistir da conquista 
 Está na hora da revanche. 
Depois de descobrirem o que os homens odeiam nelas, as mulheres se levantaram e confessaram quais as características masculinas que abominam. 
Entre opiniões de usuárias do Mais de 50 e de um especialista em relacionamentos, descobrimos o que as mulheres procuram na hora de relacionarem-se, quais as suas decepções e, claro, o que as fazem desistir de um pretendente.
 Homens e mulheres têm formas semelhantes de mostrarem interesse pelo outro.
 Segundo o doutor em psicologia e especialista em relacionamentos Ailton Amélio da Silva, “ambos os sexos mandam mensagens na hora da conquista através do gestual. A diferença é que as mulheres são mais sutis nas suas mensagens. Elas também tomam a iniciativa na hora da conquista, mas através de olhares. Os homens são mais diretos”. E a preferência dos homens por mulheres mais novas? Tem uma explicação. “Em nenhuma cultura, a idade média da mulher supera a do homem. A mulher mais jovem tem a vantagem procriativa, que está ausente nas mais velhas, que já passaram pela menopausa. Procriar é a política mais importante para o sucesso genético do homem. E quanto mais velho ele fica, maior a discrepância de idade, mas a média é 15 anos de diferença. 
Já as mulheres gostam de homens mais velhos. A maior vantagem da semelhança de idade, a homogamia, é que existe mais compatibilidade e compreensão, pois estão na mesma fase da vida. A mulher mais nova está em outra fase, não procura o mesmo que o homem mais velho que ela”, diz Ailton. 
Métodos de conquista à parte, conversamos com algumas representantes da ala feminina do site para tentar descobrir o que elas odeiam neles. E as respostas foram bem interessantes. Para a secretária Samira Cardoso, de 54 anos, “sem dúvida nenhuma, a pior coisa é o homem ‘pão duro’. Aqueles que têm condição, mas não levam a mulher para jantar e, se levam, querem dividir a conta. Também detesto homens que ficam sentados esperando as esposas lhes servirem, que não têm coragem nem de pegar um copo de água, esses que ficam lendo jornal o domingo inteiro e não têm vontade de sair. E por último, aquele homem que ainda trabalha e só pensa nisso, não tem tempo pra você”. A preocupação com dinheiro, aliás, não foi mencionada somente por Samira como uma característica ruim nos homens. A professora primária e comerciante aposentada Leila Ribeiro, de 62 anos, concorda com ela. “Quando o homem é econômico demais, não solta grana e não sai, a mulher sofre horrores.
 Mas a primeira coisa que mulher não suporta é homem ‘bundão’, aquele que é fraco em tudo. Pode até ser um grande trabalhador, honesto, fiel, mas... esse cara é insuportável para relacionamento. Não toma partido, não agita, fala sempre ‘amém’, não cresce, não modifica em nada. Outra coisa péssima é homem descuidado, que tem mau-hálito, não corta as unhas, não se depila, usa roupas fora de moda, não se importa com a higiene. Resumindo, mulher não suporta homem fraco, sujo, mão fechada, medroso e indeciso”, conclui.
 Para o especialista, as características que as mulheres dizem não gostar nos parceiros, vale nos dois sentidos. “Aquela história que diziam do homem ser de Marte e a mulher de Vênus é mentira. Homens e mulheres têm algumas diferenças entre si, mas somos muito similares. Gostamos de sexo, sucesso, beleza, segurança.
 O que varia entre homens e mulheres é o grau de preferência de cada característica. No entanto, ainda têm algumas coisas que variam bastante entre os gêneros e uma delas é o sexo. A mulher exige mais envolvimento sentimental na hora de transar, mesmo as que o fazem sem preconceito, como as profissionais. Elas percebem o quanto eles têm de envolvimento mútuo, de química. 
Lógico que têm exceções, mas essa é a média universal”, explica Ailton.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

TORRADAS QUEIMADAS

TORRADAS QUEIMADAS

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.

E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.

Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastantes queimadas, defronte ao meu pai.

Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.

Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.

Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.

E eu nunca esquecerei o que ele disse: " - Adorei a torrada queimada..."

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.

Ele me envolveu em seus braços e me disse:

" - Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!"

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro. Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando. Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo. Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.

A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes.
Não que mais tarde, o dia que um partir, este Mundo vá desmoronar, não vai. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos. Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida, à você e ao próximo.

"As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse. Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir."