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terça-feira, 26 de março de 2019

Você já se sentiu apagada?

Você já se sentiu meio apagada? Às vezes, renovar o guarda-roupa ou dar uma mudada no visual pode ajudar… por um tempo. Mas, se você quer uma mudança permanente, aprenda a se ver como Deus a vê. Esse versículo dá a você uma visão poderosa. Às vezes, você sente sua autoestima lá embaixo? Quando isso acontecer, lembre que você tem valor. ‘Pois vocês sabem o preço que foi pago para livrá-los da vida inútil que herdaram dos seus antepassados. Esse preço não foi uma coisa que perde o seu valor como o ouro ou a prata. Vocês foram libertados pelo precioso sangue de Cristo, que era como um cordeiro sem defeito nem mancha.’ (1 Pedro 1:18,19). O desafio é se lembrar sempre disso. Focar nisso. Permitir que o amor de Jesus mude a forma como você se vê. “Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz.””
— Devocional de 1 Pedro 2:9 (Bíblia Sagrada, Entre Mulheres e Deus)

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Coragem de mudar

Muitos dos conflitos que afligem o ser humano decorrem dos padrões de
comportamento que nós próprios adotamos .
É comum que se copiem modelos do mundo, que entusiasmam por pouco
tempo, sem que se analisem as conseqüências que esses modos
comportamentais podem acarretar.

Não se tem dado a devida importância ao crescimento e ao progresso
individual dos seres. Alguns crêem que os próprios equívocos são menores
do que os erros dos outros. Outros supõem que, embora o tempo passe para todos, não passará do mesmo modo para eles.
Iludem-se no sentido de que a severidade das leis da consciência atingirá
somente os outros.

Embriagados pelo orgulho e pelo egoísmo deixam-se levar pelos desvarios da
multidão sem refletir a respeito do que é necessário realmente buscar-se.

Sempre que surgir a oportunidade, façamos o bem, por mais insignificante que
nosso ato possa parecer. O maior reconhecimento que se pode ter por fazer o que é certo é a
consciência tranqüila. Toda ascensão exige esforço, adaptação e sacrifício, enquanto toda queda resulta em prejuízo e recomeço.

Trabalhemos nossa própria intimidade, vencendo limites e obstáculos
impostos, muitas vezes, por nó mesmos.
Valorizemos nossas conquistas, sem nos deixarmos embevecer e iludir por
essas vitórias. Há muitas paisagens, ainda, a percorrer e muitos caminhos a trilhar.

Somente a reforma íntima nos concederá a paz e a felicidade que almejamos.
A mudança para melhor é urgente, mas compete a cada um de nós, corajosa e

individualmente, decidir a partir de quando e como ela se dará.

sábado, 26 de agosto de 2017

Inacabada

Gosto da minha condição inacabada, da possibilidade de mudar todos os dias. Pra mim, descobrir coisas novas é “um meio” e não o fim. Não quero deixar o que eu penso tornar-se definitivo nunca. Há tanta coisa para aprender, tanta informação para absorver. Se tudo na vida é uma questão de “ponto” de vista, o meu, certamente, é reticências…" Fernanda Gaona

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

VENDE-SE TUDO


Vende-se Tudo 


Martha Medeiros 


 No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. 
 Uma outra mãe, ao meu lado, comentou: 
 - Que coisa triste ter que vender tudo que se tem. 
 - Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida. Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes.
 O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa. 
 Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava para subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
 Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.. 
 Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
 Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida...
 Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. 
As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
 Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde.
 Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza. ... 
só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

CORAGEM DE MUDAR- ARMANDO VIOTTI

Muitos dos conflitos que afligem o ser humano decorrem dos padrões de
comportamento que nós próprios adotamos .
É comum que se copiem modelos do mundo, que entusiasmam por pouco
tempo, sem que se analisem as conseqüências que esses modos
comportamentais podem acarretar.


Não se tem dado a devida importância ao crescimento e ao progresso
individual dos seres. Alguns crêem que os próprios equívocos são menores
do que os erros dos outros. Outros supõem que, embora o tempo passe para todos, não passará do mesmo modo para eles.
Iludem-se no sentido de que a severidade das leis da consciência atingirá
somente os outros.



Embriagados pelo orgulho e pelo egoísmo deixam-se levar pelos desvarios da
multidão sem refletir a respeito do que é necessário realmente buscar-se.



Sempre que surgir a oportunidade, façamos o bem, por mais insignificante que
nosso ato possa parecer. O maior reconhecimento que se pode ter por fazer o que é certo é a
consciência tranqüila. Toda ascensão exige esforço, adaptação e sacrifício, enquanto toda queda resulta em prejuízo e recomeço.



Trabalhemos nossa própria intimidade, vencendo limites e obstáculos
impostos, muitas vezes, por nó mesmos.
Valorizemos nossas conquistas, sem nos deixarmos embevecer e iludir por
essas vitórias. Há muitas paisagens, ainda, a percorrer e muitos caminhos a trilhar.



Somente a reforma íntima nos concederá a paz e a felicidade que almejamos.
A mudança para melhor é urgente, mas compete a cada um de nós, corajosa e
individualmente, decidir a partir de quando e como ela se dará.