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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Mulher visrtuosa

Encontramos muitas mulheres extraordinárias e piedosas ao longo da Bíblia, mas a mulher virtuosa descrita em Provérbios 31 é digna de louvor especial. Ao longo dos séculos inúmeras mulheres têm se admirado com a vida dessa esposa e mãe e sido desafiadas por ela. A passagem descreve que tipo de esposa uma mulher deve ser e que tipo de mulher um homem deve escolher para ser a sua companheira. Essa mulher rara é um modelo de virtude: confiável, diligente, organizada, amorosa e surpreendentemente capaz de organizar as prioridades do seu mundo. Seu companheiro confia nela plenamente; seus filhos adultos tomam a iniciativa de louvá-la e seu lar é um exemplo de eficiência. Ainda assim, ela encontra tempo para atuar em sua comunidade, ajudar os pobres e até mesmo multiplicar os recursos de sua família através de investimentos inteligentes e do gerenciamento produtivo de tudo o que é colocado sob seus cuidados. Além do mais, possui beleza exterior e sabedoria interior. O retrato da mulher virtuosa é de sabedoria, temor e reverência a Deus acima de todas as coisas. Logo, tem sabedoria para equilibrar seus relacionamentos e responsabilidades. Ela exemplifica a verdade declarada por Jesus: “Buscai primeiro o reino do céu e as demais coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33).
— A bíblia a respeito do tema: Mulher virtuosaYMSUxyONYwLS0XiM0zheXEDb33Crk4GfvXAEdscMxvZIG5jq3HaIoR27J3aFrPiF.jpg

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Mágoa desnecessária

Mágoa desnecessária



As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.

Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.

Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e agüentar a outros.

O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.

E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.

Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.

Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.

Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves seqüelas à vida emocional e psicológica.

É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.

É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.

Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.

Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.

Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.

Desta forma, cabem a cada um de nós procurarmos resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.

Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.

Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.