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sábado, 26 de agosto de 2017

Independência - Martha Medeiros

 Independência nada mais é do que ter poder de escolha. Conceder-se a liberdade de ir e vir, atendendo suas necessidades e vontades próprias, mas sem dispensar a magia de se viver um grande amor. Independência não é sinônimo de solidão. É sinônimo de honestidade:estou onde quero, com quem quero, porque quero." Martha Medeiros

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Separação

Separação não acontece por acaso. O amor nunca morre de causas naturais. Ele morre porque as pessoas não sabem reabastecer a sua fonte. Morre de cegueira, erros, traições, e orgulho. Morre por causa das feridas, mágoas, e ausência de perdão; morre de solidão, infidelidade, atrofia, fome de carinho, e tristeza; morre pela falta de diálogo, não cumprimento das promessas, e falta de disposição de resolver os conflitos. O amor morre de desgosto quando se vê trocado por coisas, ao perder a importância, e não mais ser honrado. Morre quando para de dar e passa a exigir, quando abandona o carinho e cultiva a cólera; morre quando prefere a companhia de estranhos, sufoca, cobra, e deixa de ser um servo e se torna um senhor.!!!

terça-feira, 6 de junho de 2017

O que Deus costuma usar - Paulo Coelho

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 Deus costuma usar a solidão, para nos ensinar sobre a convivência.
 Outras  vezes usa a raiva, para possamos  compreender o infinito valor da paz.
Ás vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono..
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar a responsabilidade do que dizemos.
Ás vezes  usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença , quando nos quer mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar andar sobre a água.
Ás vezes usa a terra, para que possamos compreender  o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando nos quer mostrar o valor da vida.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Flores de amor

Flores de amor



Ela estava sozinha e, naquele dia de primavera, decidira almoçar ao ar livre, sentada em um banco, à sombra de uma majestosa árvore. Era o seu horário de descanso do escritório e desejou imaginar que estivesse em um piquenique.

Em meio à profusão de verde e diversidade colorida das flores, improvisou algo semelhante a uma mesa de piquenique.

Naqueles momentos, começou a refletir sobre a sua solidão. Após o divórcio, ela terminara de criar seus filhos sozinha e estivera ocupada demais tentando sobreviver.

Pensava naquele momento que talvez fosse por isso que não encontrara outro companheiro. Alguém com quem pudesse compartilhar a sua vida e o seu amor.

Ela se mantivera ocupada com as atividades da filha adolescente, acompanhando-a a um e outro lugar, ou visitando os filhos mais velhos e o novo neto, além de cuidar da profissão e trabalhar no grupo religioso de sua comunidade.

Lembrou que no escritório havia muitas colegas casadas e que recebiam, às vezes, flores dos seus maridos. Os buquês maravilhosos chegavam, geralmente acompanhados de um cartão, dizendo que as flores estavam sendo enviadas só porque eu amo você.

Ela admirava as flores, mas admirava mais os sentimentos que havia por trás daqueles gestos.

Ela fora infeliz no casamento e nunca recebera tais mimos. Aliás, nada que indicasse que ela era uma mulher amada. E porque adoraria receber flores, não podia deixar de invejar  aquelas mulheres.

Elas eram felizes. Tinham maridos que as amavam e que, mesmo após anos de convívio conjugal, se lembravam de remeter flores, serem criativos, surpreender.

As flores ficavam dias sobre as mesas, em jarros d'agua, perfumando o ambiente, atestando a existência de um sentimento cálido e maduro.

E ela se sentia tão só. Sua mesa sempre estava despida de cores e perfume. Vazia.

Enquanto assim se perdia em pensamentos, sentiu alguma coisa cair em sua cabeça. Era uma flor despencando em direção à grama.

Olhou para cima e viu que a árvore enorme, sob a qual estava sentada, trazia a copa repleta de graciosas flores vermelhas, penduradas quase ao alcance de sua mão.

Ela não as havia notado porque não olhara para cima. Deu-se conta, então, que estava sendo agraciada com flores, lindas flores de Alguém que a amava. Sempre a amara e não desejava que ela ficasse sem flores.

Ela olhou para o chão, colheu as flores dispersas, lindas, vibrantes e compôs um ramalhete.

Levou-as para sua mesa de trabalho e as colocou em uma jarra de vidro.

Durante todo aquele dia, foi maravilhoso olhar para as flores enquanto trabalhava. Elas a fizeram lembrar que Deus quis lhe dar flores só porque Ele a amava.

*   *   *

As flores que lançam aromas nos canteiros são mensagens do Amor de Deus falando nos jardins.

Os passarinhos que pipilam nos prados e cantam nos ramos são a presença do Amor de Deus transparecendo nos ninhos.

O filete transparente de águas cantantes, que beija a face da rocha, canta o Amor de Deus, jorrando suave da pedra.

As vagas agigantadas, que se arrebentam nas praias, mostram o Amor de Deus engrandecendo-se no mar.

Os astros que giram na amplidão enaltecem o Amor Divino, enquanto falam dessa cadeia que une os seres e as coisas na Casa de Deus.

Por tudo isso, jamais te sintas não amado porque se não tiveres quem te diga aos ouvidos: Eu te amo, Deus te abraça com Seus raios de luz e te dá, todos os dias, o mundo para viver, amar e ser feliz.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

QUANDO A BOCA CALA...O CORPO GRITA...


A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora. 
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. 
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. 
O diabetes invade quando a solidão dói. 
O corpo engorda quando a insatisfação aperta. 
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. 
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. 
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. 
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. 
O peito aperta quando o orgulho escraviza. 
A pressão sobe quando o medo aprisiona. 
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza. 
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. 
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. 
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver. 
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo? 
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamadoPaciência. 
 Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS, ou como O queiram chamar.

sábado, 14 de abril de 2012

Alguma vez você já se sentiu só?


Alguma vez você já se sentiu só? 
Você já procurou entrar fundo nesse sentimento de solidão para perceber o que acontece? 
No vocabulário de língua portuguesa a palavra "solidão" significa: estado de quem se sente ou está só.
 A solidão é um estado interno, a princípio um sentimento de que algo ou alguém está faltando. 
Uma sensação de separatividade e desconexão com algo ainda inconsciente, sendo que numa visão espiritualista é a separação de Deus, Eu Superior, Self, Vida ou o Todo. 
Atualmente, existem em algumas cidades muitas pessoas que já moram só e que apresentam um a vida bastante independente. 
Não podemos dizer que são pessoas solitárias, desde que elas se sintam em paz com essa situação. 
Entretanto, o que se mostra é que o sentimento de solidão pode estar presente em qualquer lugar ou situação. 
A pessoa pode sentir solidão durante uma festa com os amigos, no trabalho e até mesmo dentro de casa com a própria família. 
Cada ser humano vem sozinho ao mundo, atravessa pela vida como uma pessoa separada e morre finalmente sozinho. 
As fases de passagem pela vida física e para além dela trazem muitas experiências, onde tudo é passageiro e impermanente. 
As situações, os encontros e os fatos da vida surgem, permanecem por algum tempo e se vão. 
Portanto, procure refletir quando estiver sentido solidão. 
Com o que você ainda está resistindo no seu momento atual? 
Existe algo que precisa partir e você ainda não percebeu ou não aceitou essa possibilidade? 
A idéia da separação e do estar só é apenas uma ilusão, pois nada se vai totalmente e nada está separado. 
Ficará sempre a lembrança no qual contém toda a experiência e vivência ocorrida o que é muito rico. 
Perceber que você está se sentindo só é muito importante para o seu crescimento. 
Utilize desse sentimento como uma alavanca para assumir plenamente a sua vida, para agir a partir de si, fortalecer a sua base e seguir em frente, manifestando a sua própria força dentro dos seus objetivos. 
Tenha a sua própria companhia, dê atenção, escute, e acolha aquilo que você é e manifesta. 
Seja o seu melhor amigo. 
A partir de então, você perceberá que a solidão deixará de existir naturalmente.