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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

A elegância do comportamento

A elegância do comportamento
A imagem pode conter: 1 pessoa, atividades ao ar livre


As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.

Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.

No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.

É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.

É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.

Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.

É ser amigo sem conivência negativa.

Ser sincero sem agressividade.

É ser humilde sem relaxamento.

Ser cordial sem fingimento.

É ser simples com sobriedade.

É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.

É superar dificuldades com fé e coragem.

É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.

Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

A vida de todos nós

Há pouco podei minhas plantas,
estavam tristes, precisavam de mim,
enquanto as podava, obsevava
seus galhos mortos, escuros,  sem vida,
perderam o verde e já não encantavam ...
Enquanto as podava, eu pensava
e pensava em mim ...
Que a vida de flores e plantas,
de animais e de gente enfim,
precisam de carinho, de trato,
de alguém sempre por perto,
cuidando, podando seus medos,
alimentando seus sonhos mais diversos ...
Enquanto as podava, eu chorava
chorava pois eu tinha a mim  ...
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sábado, 23 de junho de 2018

Carente de afeto

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Quem é carente de afeto muita das vezes acaba ficando cego, se deixando levar por qualquer ato de carinho que recebe, seja de quem for. Por não ter a demonstração que tanto deseja, seja dos pais, amigos ou da pessoa amada, a pessoa acaba aceitando qualquer migalha que aparece, tornando-se vulnerável. Ser carente de afeto é extremamente perigoso, pois, a pessoa pode se tornar refém da própria falta, levando-a a ter atitudes e pensamentos autodestrutivos, além de, se deixar levar por pessoas manipuladoras e egoístas, prendendo-se emocionalmente a ela. Não se culpe pela falta, infelizmente nem todos foram agraciados com tais sentimentos bons, seja na infância ou no período da vida em que se encontra atualmente. Entenda que a culpa não é sua! Eu sei que é difícil de resistir a qualquer demonstração de amor e carinho que aparece por ai, justamente por viver em falta a tanto tempo. Eu só te peço para tomar cuidado, ta? Para que você não venha cair em uma prisão emocional e sentimental.
— Vanessa Maia, sobre a carência. 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Gostar de graça

Gostar de graça é quando alguém te toca sem querer, simplesmente por ser, assim mesmo sem nenhuma intenção ou explicação. Só acontece este bem querer gratuito se quem é tocado tem um coração receptivo, livre de preconceitos, capaz de sentir o outro com o carinho da alma. Você não conhece, nunca viu, não sabe quem é, mas sente o outro com o coração, simplesmente por ser... livre e limpo.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Separação

Separação não acontece por acaso. O amor nunca morre de causas naturais. Ele morre porque as pessoas não sabem reabastecer a sua fonte. Morre de cegueira, erros, traições, e orgulho. Morre por causa das feridas, mágoas, e ausência de perdão; morre de solidão, infidelidade, atrofia, fome de carinho, e tristeza; morre pela falta de diálogo, não cumprimento das promessas, e falta de disposição de resolver os conflitos. O amor morre de desgosto quando se vê trocado por coisas, ao perder a importância, e não mais ser honrado. Morre quando para de dar e passa a exigir, quando abandona o carinho e cultiva a cólera; morre quando prefere a companhia de estranhos, sufoca, cobra, e deixa de ser um servo e se torna um senhor.!!!

terça-feira, 7 de março de 2017

Um pouco de fofura

A vida está indo tão depressa. Então quando ouvimos ou vemos algo assim fofo ...paramos e sorrimos!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Pessoas

Há pessoas que querem ser bonitas para chamar atenção, outras desejam a inteligência para serem admiradas, mas há algumas que procuram cultivar a alma e os sHentimentos. Essas alcançam o carinho de todos, porque além de belas e inteligentes tornam-se realmente
pessoas...

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Você pode transformar mundo

Não subestime o poder de um toque, um sorriso de uma palavra gentil, um ouvido atento, um elogio sincero, ou o menor ato de cuidar, todos os que têm o poder  de transformar a vida em torno de  si...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Onde está o amor

Onde está o amor
Amar é como falar: a gente aprende

Uma química delicada se produz entre duas pessoas que se sentem atraídas uma pela outra. O encontro se faz quase sempre pelo olhar. Segue-se a participação da boca, primeiro em sorrisos, depois em palavras. Aí vai surgindo o desejo de tocar, de abraçar.
Pesquisadores americanos dizem que precisamos de seis abraços por dia para não nos sentirmos carentes. Por que seis? Talvez porque um é pouco, dois é bom, três é melhor ainda, quatro então nem se fala...
Nossos braços servem para abraçar, enlaçar. Só que cada abraço tem que ser sentido, vivido. Como diz o terapeuta paulistano José Ângelo Gaiarsa, você não toca no outro como se ele fosse uma cadeira. Senão você está coisificando o outro. Acontece que o outro é de carne e osso, parecido com você, por isso, o gesto não pode ser impensado, mecânico, automatizado.
As pessoas estão cansadas do gesto maquinal que não reflete nada. Quando eu toco o outro, que está além das fronteiras do meu próprio corpo, eu o sinto e sinto a mim mesma simultaneamente. Nesse sentido, podemos ficar horas sem fim nos tocando e nos sentindo. Mergulhando na sensação, percebendo o outro e me percebendo, tenho a sensação de estar sendo abraçada.
A criança registra essa impressão na mente e vai pelo resto da vida tentando reconstituir, reencontrar essa sensação. Por isso o ser humano tem fome de abraço. Ele está tentando repetir o prazer que está associado a essa primeira experiência.
Assim como aprendemos a falar porque alguma pessoas falam conosco e vamos falar da forma como elas falaram -, também aprendemos a tocar em grande parte dependendo da forma como fomos tocados. O aprendizado do amor começa aí. As sensações de mamar e amar ficam profundamente interligadas e até inseparáveis em nossa mente.
Mais tarde, freqüentemente comer se torna uma forma de compensar a falta de amor. É por isso que, quando estamos carentes, atacamos a geladeira, bebemos mais cerveja, tomamos mais sorvete, comemos mais um chocolate.
Tanto a fome de alimento com essa fome de contato normalmente se intensificam nos períodos de tensão. Entretanto, enquanto a fome de alimento podemos matar sozinos com comida, cigarro ou álcool, a fome de contato dificilmente pode ser satisfeita sem outra pessoa. O que se resolve com gestos que nos aproximam, nos vinculam ao outro. Entretanto, pode-se alisar, abraçar, tocar de forma apressada, impensada, dissociada. Ou pode-se tocar sensualizando, erotizando cada movimento.
Cada gesto traduz um sentimento, uma emoção, que provoca uma reação. Se o gesto é indiferente, não manifesta nada, não tem energia nem intenção, você congela o outro e se congela. Se ele for macio, terno, doce, você derrete o outro e se derrete. Se ele for erótico, excitante, estimulante, apaixonado, você incandesce o outro e se incandesce também.
Muitas vezes, quando se faz amor, carinho e carícia se misturam, se juntam, se fundem e confundem. Brincamos com o nosso corpo porque sabemos que fazer amor é "um alisar o outro e o outro alisar o um". Nessa troca de carícias, o outro responde ao meu gesto e tende a fazer aquilo que meu gesto insinua. O que acontece é uma conversa dos dedos sobre a pele.
O que se busca, quando se faz amor, é essa ampliação da consciência do contato. Na medida em que vamos aprendendo a ampliar o contato com outra pessoa, vamos ampliando e aprofundando nosso contato vivo e prazeroso com tudo o que existe.
*Maria Helena Matarazzo é sexóloga e autora de Coragem para Amar , Nós Dois e Namorantes

sábado, 6 de agosto de 2011

A elegância do comportamento

A elegância do comportamento
As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
É ser amigo sem conivência negativa.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde.
É superar dificuldades com fé e coragem.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

AS FANTASIAS DO AMOR

Certamente todos temos certas fantasias com o amor, que são exploradas no pensamento, e, enquanto as sensações de amor nos tocam, nada consegue nos ferir, porque a alma está em transe, como que adquirindo uma forte luz, e essa luz ofusca qualquer dor ou amargura.
Funciona como um escudo protetor, enquanto estivermos amando.
Certamente é muito bom amar, pois amando, queremos a todos fazer felizes, principalmente a nós mesmos, e isso já uma linda fantasia.
Em nossas fantasias, somos capazes de entender as mais loucas atitudes, aceitando mesmos possíveis desditas, com o amor sempre tudo encobrindo, enquanto conseguirmos expressar e sentir a nossa paixão.
Assim sendo, na entrega desse amor, conseguimos mesmo passar para a alma todo o calor, que estaremos sentindo na fusão dos corpos em delírio, e assim, não conseguiremos tolerar qualquer separação, que será como um martírio...
E enquanto estamos nesse doce amar, somos capazes de ao nosso amor tudo entregar, e, sem sequer parar para pensar, entregaremos o corpo, o coração,a alma,e mais o que for necessário para provar o alcance de nosso amor. A necessidade de demonstrar a força de nosso amor nos leva a algumas loucuras, por vezes produto de nossas fantasias.
E, em troca, apenas desejaremos de nosso amor total reciprocidade, pois sabendo-nos amados, tudo se acalmará, e os problemas como que desaparecerão. As tormentas, os pesadelos, as desditas, não mais existirão, persistindo apenas, os doces momentos de amor, que desejaremos sejam eternos. Mas, infelizmente, é quase impossível que o sejam. Não se pode ter tudo como queremos.
Sempre surgirão contratempos, que poderão gerar ansiedades, dúvidas, e quando tais problemas vierem nos procurar, deveremos ter forças para superá-los, lembrando dos instantes da doce entrega, e assim, sequer perceberemos o que a vida encerra, em termos de dúvidas e incompreensões.
Sempre deveremos seguir nossos instintos, sabendo que olhar para o amor é a única coisa certa, nessa paixão que nos consome intensamente. A entrega deverá ser total, para manter sempre o clima de amor, que será como uma luz nos guiando. Essa luz vem da nossa própria alma, concentrada em sentimentos profundos, dominada e quase cega em sua loucura, gerando um calor mágico e inesquecível.
Assim é o amor de verdade. É um doce sentimento, que não fala em sofrimento.
Só fala em carinho e, quando em nossa alma o amor é realidade, estaremos encontrando o caminho da felicidade.
O amor sempre quer a presença da pessoa amada. Se não a temos perto, sempre vem uma doce saudade, pois só queremos, na verdade, ter a presença querida ao nosso lado.
Mas, se não for possível, sempre nos restará sonhar, enlevando-nos com as doces lembranças dos momentos vividos juntos.
O amor,sempre estaremos em sua busca incessante. O mais importante é saber mantê-lo quando o encontrarmos.
E amando, sempre será fácil termos UM LINDO DIA... Sendo amados, mais ainda...